Veja a estaticidade daquele morro,
E a forma como as árvores nele se dispõe.
E diga o que isso te dá.
Quisera eu escrever o que me faria sentir o apocalipse
Ao derramar sua redenção gélida por sobre a forma atual das coisas.
Dizia o filósofo que na natureza
Nada se perde ou se cria:
Apenas se transforma a matéria que está.
E com ela as almas?
Contemplar a beleza quase sexual de tudo o que está parado,
Constatar a sabedoria do que é, apenas.
E com isso indagar sobre a passagem do tempo e sobre o infinito que está dentro do meu quarto.
De que serve isso?
Aquilo que enxergamos e que é inexprimível,
Existe?
A energia que nos coesiona a todos, seres vivos ou inorgânicos,
Existe?
A falta do sentir,
Existe?
E o final de um poema sem fim?
E a forma como as árvores nele se dispõe.
E diga o que isso te dá.
Quisera eu escrever o que me faria sentir o apocalipse
Ao derramar sua redenção gélida por sobre a forma atual das coisas.
Dizia o filósofo que na natureza
Nada se perde ou se cria:
Apenas se transforma a matéria que está.
E com ela as almas?
Contemplar a beleza quase sexual de tudo o que está parado,
Constatar a sabedoria do que é, apenas.
E com isso indagar sobre a passagem do tempo e sobre o infinito que está dentro do meu quarto.
De que serve isso?
Aquilo que enxergamos e que é inexprimível,
Existe?
A energia que nos coesiona a todos, seres vivos ou inorgânicos,
Existe?
A falta do sentir,
Existe?
E o final de um poema sem fim?
