ainda era cedo. era muito cedo. realmente muito cedo. tudo aquilo ali pela frente. como cansava, como cansava. tontura, delírio, e um precipício com uma conotação menos romântica. essas coisas amontoadas no fundo do armário. e fora dele. e dentro do corpo. e fora dele. e perto das pontes, e longe delas. e misturado no ar...e não ao mesmo tempo.
passou a noite na chuva. passou a noite na chuva. noite finita. divertida, até. mas a finitude dela tirava toda a graça. viva o presente, as pessoas dizem. e fez isso. fez isso durante toda a noite até o fatídico momento em que se lembrou da finitude. e o edifício do instante cheio de alma, sem questionamentos ou consciência de que aquilo era o presente simplesmente desabou. é isso. morreu e nasceu, mas qual é a diferença?
passou a noite na chuva. passou a noite na chuva. noite finita. divertida, até. mas a finitude dela tirava toda a graça. viva o presente, as pessoas dizem. e fez isso. fez isso durante toda a noite até o fatídico momento em que se lembrou da finitude. e o edifício do instante cheio de alma, sem questionamentos ou consciência de que aquilo era o presente simplesmente desabou. é isso. morreu e nasceu, mas qual é a diferença?
